terça-feira, 1 de setembro de 2026

150 MIL VISUALIZAÇÕES - GRATIDÃO 🙏❤️



 ✨ 150 MIL VISUALIZAÇÕES! ✨



Queridos leitores 🎈🌺❤️

Hoje o meu coração está cheio de gratidão e emoção 💓! Chegámos às 150 mil visualizações no blogue! 🙏✨

Eu gosto de escrever, mas perceber que aquilo que escrevo pode tocar, inspirar e transformar vidas é algo que me emociona profundamente. 🥹❤️

Este marco não significa que sou a melhor, mas mostra-me que vale a pena continuar a escrever e a partilhar aquilo em que acredito: paz, esperança, alegria e sabedoria. O meu desejo é deixar um legado que possa alcançar não apenas o presente, mas também as futuras gerações. 🌱✨

A você, querido (a ) leitor (a), que tem visitado o blogue, lido, partilhado e confiado no nosso trabalho: o meu muito obrigada! ❤️

Continue a visitar e partilhe a página com mais pessoas. Quem sabe, juntos, possamos alcançar cada vez mais vidas com uma mensagem de paz que excede todo o entendimento e sabedoria que vem do alto. 🙏✨

Gratidão pelas 150 mil visualizações! 🥂💓

Que este seja apenas o começo de algo ainda maior. 🌟

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

O CARÁCTER QUE TORNA DEUS VISÍVEL


José fugindo da esposa do Potifar 


Base Bíblica

Génesis 39:2-3

A presença de Deus na vida de uma pessoa não deve ser percebida apenas por aquilo que ela diz, mas também pela maneira como vive, trabalha e se relaciona com as pessoas.

A Palavra de Deus, no livro de Génesis, mostra-nos que Potifar conseguiu perceber duas coisas na vida de José: viu que o Senhor estava com ele e viu que tudo o que José fazia, o Senhor prosperava nas suas mãos. Embora Potifar não tivesse um relacionamento com o Deus de José, conseguiu reconhecer a Sua presença através da vida daquele jovem.

José era escravo na casa de Potifar, mas a sua condição não o levou a esconder a sua fé. Pelo contrário, o seu carácter, a sua fidelidade e a maneira como servia tornavam visível o Deus que ele carregava.

Existem pessoas que trabalham durante anos numa empresa, mas ninguém com quem trabalham sabe que são crentes. Outras estudam durante anos numa faculdade sem que os seus colegas percebam que servem a Deus; porém, quando chegam as provas e as dificuldades, esperam que esse mesmo Deus intervenha a seu favor.

Antes de Faraó perceber aquilo que havia em José, Potifar já tinha percebido. E, antes de Potifar, o próprio pai de José já havia identificado nele um carácter diferente. Isso significa que aquilo que José manifestava no Egipto não nasceu no palácio; já fazia parte da pessoa que ele havia decidido ser.

José recebeu sonhos acerca do seu futuro, mas não foram os sonhos que fizeram dele um homem de confiança.

Os sonhos revelavam aquilo que Deus faria através dele; o carácter revelava quem José era enquanto esperava pelo cumprimento desses sonhos.

Muitas pessoas investem tempo à procura de profecias, sonhos e manifestações da unção, mas dedicam pouco tempo à construção do carácter que deverá sustentar aquilo que Deus pretende colocar nas suas mãos.

José não tinha apenas sonhos; José trabalhava, servia, era fiel e tinha princípios. Mesmo depois de ser rejeitado pelos seus irmãos, vendido como escravo e levado para uma terra estrangeira, não permitiu que a injustiça sofrida destruísse a sua fidelidade.

A dor poderia ter-se tornado uma desculpa para José deixar de fazer o que era correcto, mas ele decidiu continuar fiel. E foi justamente esse carácter que permitiu que Potifar confiasse cada vez mais responsabilidades a José.

Da mesma forma, não podemos ser conhecidos como obreiros apenas dentro da igreja, enquanto, no nosso local de trabalho, na faculdade, nos negócios ou entre as pessoas com quem convivemos, ninguém consegue identificar em nós os princípios do Deus que servimos.

Enquanto José revelava Deus através do seu carácter, Deus trabalhava silenciosamente para revelar José através do seu propósito.

Por isso, não se preocupe apenas com aquilo que Deus prometeu fazer através de si. Trabalhe também na pessoa que você precisa de se tornar para sustentar aquilo que Deus lhe prometeu.

O sonho pode revelar o seu propósito, mas é o carácter que o prepara para vivê- lo.





Igreja Ministério Tabernáculo de Oração - Raiz de David 

Fluxo no Altar 07/08/26

Apóstolo Siloé Betel

sexta-feira, 3 de julho de 2026

OUÇA A VOZ DE DEUS



Base bíblica

Génesis 1:1-2;

 Jó 33:13-14;

 1 Coríntios 14:10

A Necessidade de ouvir a Voz de Deus 

A Palavra de Deus mostra-nos, em Génesis 1:1-2, que, no princípio, a terra era sem forma e vazia. Tudo estava desorganizado, sem direcção e sem vida. Porém, Deus apareceu e falou. E, quando Deus fala, o vazio é preenchido, a desordem transforma-se em ordem, e aquilo que parecia não ter propósito passa a receber direcção.

Deus tem sempre algo a dizer em todas as situações. Não existe nenhuma circunstância em que Deus não possa falar. Pelo contrário, é justamente nos momentos em que tudo parece sem forma, vazio e sem direcção que a voz de Deus se manifesta.

A voz de Deus manifesta-se de várias maneiras. De tal forma que, até na boca de uma criança você pode ouvir a voz de Deus; até mesmo na boca de um incrédulo, Deus pode falar. Entretanto, o problema não é a falta da voz de Deus, mas a falta de sensibilidade para discerni-la.

Infelizmente, não estamos acostumados a ouvir a Deus. Muitas vezes, oramos, levantamo-nos da oração e pensamos que já ouvimos a Deus, quando, na verdade, apenas falámos com Ele. Isto é, apresentamos as nossas necessidades, mas nem sempre permanecemos atentos para ouvir aquilo que Deus deseja responder.

Existem muitas vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significado. A incapacidade de discernir o significado dessas vozes não anula o efeito que elas produzem. Por isso, é indispensável desenvolver sensibilidade espiritual para distinguir a voz de Deus no meio de tantas outras vozes.

Em Jó 33:13-14, percebemos que o problema nunca foi Deus deixar de falar, porque Deus sabe que, se não falar connosco, estaremos perdidos. Quando Deus Se pronunciou sobre a condição da terra, trouxe ordem àquilo que estava desorganizado.

Da mesma forma, se Deus não falar consigo, você continuará sem forma e vazio em muitas áreas da sua vida. Portanto, ouvir a voz de Deus não é apenas um privilégio espiritual; é uma necessidade para todos os filhos dos homens.

Você ouve aquilo a que dá atenção, e não simplesmente aquilo que chega aos seus ouvidos. Ou seja, não é a voz de Deus que deixou de ser ouvida; é a sua atenção que se tornou fraca para ouvir a voz de Deus.

O que faz você não ouvir a voz d’Ele é o simples facto de a sua atenção estar dividida. Ela já não está totalmente voltada para a voz de Deus, pois o Senhor sabe que você está preocupado com o que comer, com o que beber, com as finanças, com o emprego e com tantas outras questões da vida. É exactamente esse nível de preocupação que, muitas vezes, impede você de ouvir a voz de Deus.

Quantas vezes você já foi à presença de Deus em busca de soluções, mas saiu sem ouvir a Sua voz? Não porque Deus não tenha falado, mas porque a sua mente estava distante da voz d’Ele. 

Enquanto o Senhor procurava comunicar direcção, o seu coração permanecia ocupado com as preocupações da vida.

Por isso, ouvir a voz de Deus exige mais do que ouvidos atentos; exige um coração disponível, uma mente sensível e uma atenção completamente voltada para Aquele que continua a falar.




Missionário Manuel Boana

Igreja Ministério Tabernáculo de Oração Raiz de David 

Fluxo no Altar 03/07/26

sábado, 20 de junho de 2026

PROCEDIMENTOS DOS FILHOS DA LUZ 🕯️



1. A LUZ E AS TREVAS

A Bíblia Sagrada está repleta de palavras sobre a luz. Desde o princípio, no livro de Gênesis, quando Deus criou os céus e a terra, encontramos:

«“No princípio Deus criou os céus e a terra. Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Disse Deus: ‘Haja luz’, e houve luz.”

Gênesis 1.1-3»

Mais adiante, no Novo Testamento, encontramos:

«“No princípio era aquele que é a Palavra (Jesus). Ele estava com Deus e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito. A luz brilha nas trevas, e as trevas não a compreenderam.”

João 1.1-3, 5»

A palavra “trevas”, nesse contexto, significa muito mais do que a ausência de luz. Como vimos em Gênesis 1, Deus separou a luz das trevas e chamou a luz de boa, e não as trevas.

Também podemos observar isso em 1 João:

«“Deus é luz; nele não há treva alguma. Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”

1 João 1.5-7»

2. QUEM SÃO OS FILHOS DA LUZ?

Com certeza, você pode ser filho da luz. O livro de Efésios declara:

«“Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz!” (Efésios 5:8)

Podemos dizer que os filhos da luz são aqueles que abandonaram as trevas, isto é, o pecado, e vivem segundo o Evangelho, cumprindo os princípios instituídos por Deus.


3. OS PRINCÍPIOS INSTITUÍDOS POR DEUS

Mas o que seriam os princípios instituídos por Deus? São verdades imutáveis que orientam o caráter, as escolhas e os relacionamentos.

Entre esses princípios, podemos destacar:

- Amar a Deus acima de todas as coisas;

- Amar o próximo como a si mesmo;

- Praticar a verdade e a justiça;

- Viver de maneira coerente com a fé professada.

Caro leitor, entenda que um princípio bíblico, quando identificado e aceito, torna-se uma verdade interior que governa nossas ações.

A Palavra de Deus é viva e eficaz, mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e as intenções do coração.(Hebreus 4:12)

4. OS FILHOS DA LUZ DEVEM PRATICAR A VERDADE E A JUSTIÇA

É importante que os filhos da luz pratiquem a verdade e a justiça.

É possível que você tenha crescido em um ambiente diferente, no qual havia práticas contrárias aos princípios de Deus. Eu entendo perfeitamente.

Deixe-me contar um testemunho pessoal. Mas, por favor, não se escandalize.

Depois de aceitar Jesus como Senhor e Salvador, não havia em mim um verdadeiro comprometimento como cristã ou como filha de Deus. Havia uma distância tremenda entre o meu estilo de vida na igreja e fora dela.

Ainda que me considerasse filha de Deus, eu continuava bebendo aos sábados e, aos domingos, ia normalmente à igreja. Continuava frequentando ambientes promíscuos, perdendo noites dançando músicas seculares e idolatrando artistas.

Chorava de emoção por um artista em uma noite e, no dia seguinte, chorava de emoção durante o louvor na igreja.

Eu estava sendo falsa?

Não necessariamente. Apenas não tinha conhecimento de que um cristão, independentemente de onde esteja, continua sendo cristão.

Deus não nos chamou para uma vida dupla, marcada por pensamentos e atitudes inconstantes.

Às vezes, você pode estar agindo de forma inocente, mas as consequências das suas atitudes são inevitáveis.


5. ABANDONANDO AS OBRAS DAS TREVAS

A Bíblia Sagrada revela que as obras da carne são manifestas:

«“Imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes.”»

E continua:

«“Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.” Gálatas 5:19-21»

Ainda que uma pessoa se considere filha de Deus, não há como viver uma vida de inteira entrega às coisas do mundo e, ao mesmo tempo, afirmar que vive plenamente para Deus.

Por isso, é necessário abandonar as obras das trevas e buscar uma vida de obediência, verdade e santidade.


6. ABANDONAR A MENTIRA E O ENGANO

Nos últimos dias, somos tentados a praticar obras das trevas, como mentir e enganar os outros de maneira fria e calculista, porque ouvimos que Deus só quer o nosso coração.

Entretanto, o apóstolo Paulo, através da Palavra de Deus, exorta a igreja a ser sensível às coisas espirituais, mudando o seu procedimento anterior, agindo com honestidade e rejeitando principalmente a mentira e o engano.

A Palavra diz:

«“Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.”» Efésios 4:22-24

Falar a verdade não deve ser um procedimento momentâneo, mas deve ser o nosso estilo de vida como filhos da luz.

É necessário que cada um abandone a mentira e fale a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo.

7. ENFRENTAR A VERDADE

Enfrente a verdade, ainda que isso lhe custe perder algumas pessoas que têm a mentira como base de sobrevivência.

Saia dos grupos de fofocas, contendas e intrigas. Junte-se aos filhos da luz através da mudança da sua posição.

Aceite passar pela dor de enfrentar a verdade. Isso, com certeza, poderá mudar a sua vida.

Você ganhará paz e liberdade.


8. A INTEGRIDADE DOS FILHOS DA LUZ

Os filhos da luz devem demonstrar integridade.

Demonstre, por meio das suas atitudes:

- Bondade;

- Mansidão;

- Longanimidade;

- Temperança;

- Domínio próprio.

Evite:

- Imoralidade sexual;

- Engano;

- Manipulação;

- Avareza;

- Conversas obscenas e tolas.

Aquele que furtava, não furte mais; antes, trabalhe, fazendo algo útil com as próprias mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade.


9. PALAVRAS QUE EDIFICAM

Nenhuma palavra torpe deve sair da nossa boca, mas somente aquela que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem.

Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção.

Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.


CONCLUSÃO

Ser filho da luz não significa apenas declarar que pertence a Deus. Significa abandonar as obras das trevas, viver segundo a Palavra, praticar a verdade e a justiça, demonstrar integridade e permitir que as nossas atitudes reflitam aquilo que professamos crer.

Que a nossa vida seja um verdadeiro testemunho de que somos filhos da luz.

segunda-feira, 15 de junho de 2026

ESCOLHIDOS POR DEUS, MAS CHAMADOS A CRER NA PROMESSA




Base Bíblica

Romanos 4:20-21;

 2 Tessalonicenses 2:13; 

Hebreus 3:19;

2 Coríntios, 1:20;

João 21;

Números, 13:14

1. DEUS ESCOLHE PARA UMA PROMESSA

Deus não escolhe alguém por causa das suas capacidades, dos seus talentos ou daquilo que consegue fazer. A Bíblia ensina que Deus escolheu o Seu povo antes da fundação do mundo, o que significa que a escolha divina não está baseada no desempenho humano, mas na Sua graça e no Seu propósito.

Muitas pessoas pensam que Deus só chama pessoas preparadas ou perfeitas. Contudo, Deus não espera que alguém alcance a perfeição para o escolher. Pelo contrário, Deus escolhe e depois trabalha na vida dessa pessoa para cumprir o Seu propósito.

Por isso, não se deve olhar para as próprias limitações e concluir que Deus não escolheu. A escolha divina não depende daquilo que alguém é, mas daquilo que Deus decidiu fazer através dessa vida.

Mas o facto de Deus escolher alguém não pode ser apenas uma informação. Toda pessoa escolhida recebe também uma promessa da parte de Deus para um determinado fim.

Deus apareceu a Moisés e disse-lhe que o tinha escolhido. Depois enviou-o ao Egipto para libertar o Seu povo. Deus não apenas escolheu Israel para sair da escravidão; Deus tinha preparado uma terra que mana leite e mel para o Seu povo.

Contudo, é exactamente neste ponto que surge uma questão importante: se todos eram escolhidos, porque razão nem todos viveram a promessa?

2. MUITOS ESCOLHIDOS NÃO VIVEM A PROMESSA

O exemplo do povo de Israel mostra claramente esta realidade.

Todos saíram do Egipto. Todos atravessaram o mar. Todos viram os milagres de Deus. Todos ouviram a mesma promessa.

Contudo, apesar de todos serem escolhidos, nem todos entraram na terra prometida.

Hebreus 3:19 declara:

“E vemos que não puderam entrar por causa da incredulidade."

O problema não era a falta de promessa. O problema não era a falta da presença de Deus. O problema não era a falta de milagres. O problema era a falta de fé.

Existe uma mentira que muitas vezes entra no coração dos filhos de Deus: acreditar que ser escolhido já é suficiente para viver o propósito divino. Porém, a história de Israel ensina exactamente o contrário.

É possível ser escolhido e permanecer no deserto. É possível receber uma promessa e nunca vê-la cumprir-se.

Muitos conhecem aquilo que Deus falou acerca das suas vidas. Conhecem a promessa, conhecem a profecia e conhecem o destino que Deus preparou. Mas conhecer não é o mesmo que possuir.

Por isso, existe algo indispensável entre a escolha e a promessa.

3. A FÉ É A PONTE ENTRE A ESCOLHA E A PROMESSA

A fé é o elemento que transforma a promessa em realidade.

Israel sabia que existia uma terra prometida. Os espias chegaram a vê-la, contemplaram os seus frutos e testemunharam a sua abundância. Contudo, quando olharam para os gigantes, deixaram de olhar para a Palavra de Deus.

Quanto maior for a promessa, maior também deve ser a fé para sustentá-la.

Muitas vezes, o problema não está em desconhecer aquilo que Deus prometeu. O problema está em não acreditar plenamente que Deus é capaz de cumprir aquilo que disse.

Uma pessoa pode servir a Deus, ofertar, sacrificar e dedicar-se à Sua obra. Pode até conhecer profundamente as Escrituras. Porém, sem fé, continuará distante daquilo que Deus preparou.

Romanos 4:20-21 mostra o exemplo de Abraão, que não duvidou da promessa por incredulidade, mas fortaleceu-se na fé, estando plenamente convicto de que Deus era poderoso para cumprir tudo aquilo que tinha prometido.

A fé não ignora os obstáculos. A fé reconhece que Deus é maior do que qualquer obstáculo. A fé não olha apenas para as circunstâncias; a fé olha para Aquele que fez a promessa.

A escolha faz sair do Egipto, mas a fé faz entrar em Canaã.

4. A FÉ É DEIXAR-SE CONDUZIR POR DEUS

O cristianismo não se mede pelos dons que alguém manifesta, mas pelo quanto se deixa conduzir por Deus.

Fé em Deus é a capacidade de confiar nEle ao ponto de entregar o controlo da própria vida às Suas mãos. É acreditar que, mesmo sem compreender o caminho, Deus sabe exactamente para onde está a conduzir.

Pedro saiu de um barco seguro e andou sobre as águas porque decidiu confiar na voz de Jesus. Pedro não sabia se as águas eram fundas ou rasas. Apenas respondeu à direcção de Cristo. Enquanto manteve os olhos em Jesus, caminhou sobre aquilo que era impossível. Porém, quando desviou o olhar para as circunstâncias, começou a afundar.

A questão nunca é saber se o lugar parece bom ou mau, fácil ou difícil. A verdadeira questão é saber se Deus falou.

A fé leva alguém a seguir a voz de Deus mesmo quando não consegue ver o caminho por completo.

E é exactamente aqui que muitos se perdem. Porque começam a confiar mais na promessa do que naquele que fez a promessa.

5. O OBJECTO DA FÉ NÃO É A PROMESSA, MAS A PRESENÇA DE DEUS

Toda promessa de Deus possui um "sim" e um "amém", porque Deus é fiel para cumprir tudo aquilo que promete.

Entretanto, a fé não deve estar fundamentada apenas na promessa, mas naquele que fez a promessa.

Abraão nunca viu a terra prometida quando recebeu a palavra de Deus. Ainda assim, saiu da sua terra porque confiou na voz daquele que o chamou.

Muitas pessoas conhecem a promessa, desejam a promessa e procuram a promessa, mas esquecem-se da presença de Deus. Contudo, a promessa nunca pode ocupar o lugar daquele que prometeu.

O objecto da fé não é a bênção. O objecto da fé é Deus.

Toda promessa é valiosa porque vem de Deus. Sem a Sua presença, até aquilo que parece bom perde o seu verdadeiro valor.

Quando alguém coloca a sua confiança em Deus, a consequência natural dessa confiança passa a ser a obediência.

6. A OBEDIÊNCIA É A EVIDÊNCIA DA FÉ

A fé não é apenas aquilo que se acredita. A fé revela-se através da obediência.

Josué e Calebe olharam para a mesma terra, viram os mesmos gigantes e ouviram o mesmo relatório que os outros espias. Contudo, responderam de forma diferente porque confiaram na Palavra de Deus.

A fé avalia-se pela forma como alguém responde àquilo que Deus falou.

Muitas pessoas conhecem a promessa de Deus para as suas vidas, mas não chegam ao seu destino porque deixam de obedecer às instruções que receberam.

A escolha de Deus fez Israel sair do Egipto, mas foi a resposta dada à Palavra de Deus que determinou quem entraria em Canaã.

Por isso, a escolha tira alguém do Egipto, mas a fé manifesta-se através da confiança, da dependência e da obediência até ao cumprimento da promessa.

O deserto está cheio de escolhidos que conheciam a promessa, mas nunca chegaram ao lugar que Deus lhes tinha preparado, porque nunca se deixaram conduzir por Deus até ao destino da promessa.


Ministro Eddie Macamo

Ministério Tabernáculo de Oração raiz de David 

Domingo, 14.06.26

quinta-feira, 7 de maio de 2026

LIBERTAÇÃO QUE A MATURIDADE SUSTENTA




Base Bíblica:

Gênesis 15:13-16;

Êxodo 23:30;        Êxodo, 08:01

Deuteronômio 7:21-22

Mateus, 11:28-30

Vivemos numa geração que deseja respostas rápidas, milagres imediatos e libertações instantâneas. Porém, no Reino de Deus, o processo é tão importante quanto a própria vitória, pois Deus não está preocupado apenas em libertar alguém de uma prisão espiritual, mas também em formar pessoas maduras, conscientes e preparadas para permanecerem livres.

A Bíblia mostra, em Êxodo 23:30, que Deus disse ao povo de Israel: “Pouco a pouco os lançarei de diante de ti, até que te multipliques e possuas a terra.”

Essa palavra revela um princípio espiritual muito profundo: existem batalhas que Deus não remove imediatamente, porque antes da conquista é necessário crescimento, estrutura e maturidade. Ou seja, há libertações instantâneas; entretanto, existem outras que dependem do nível de transformação que Deus deseja realizar dentro da pessoa.

Sendo assim, a verdadeira libertação acontece à medida que conhecemos a Deus. Muitas pessoas desejam apenas ser livres da dor e das opressões espirituais; porém, Deus deseja ir além disso. Ele quer transformar o interior do homem, desenvolver discernimento e gerar maturidade espiritual.

Em Deuteronômio 7:21-22, o Senhor reafirma que expulsaria os inimigos gradualmente, para que o povo pudesse crescer e sustentar aquilo que receberia. Isso significa que existem libertações que dependem directamente da maturidade espiritual.

Muitas vezes, a própria pessoa atrasa sua libertação por não desenvolver intimidade com Deus, vida de oração e conhecimento da Palavra, porque a liberdade exige responsabilidade espiritual.

A libertação também é um tempo de aprendizado. Quem não aprende durante o processo deixa a “casa vazia”. Por isso, não basta apenas expulsar espíritos malignos; é necessário encher-se da presença de Deus, da Palavra e da comunhão com o Espírito Santo.

Portanto, existem libertações que somente a maturidade consegue sustentar. Quanto mais alguém se enche de Deus, mais espaço a luz ocupa e menos espaço as trevas encontram. A verdadeira libertação não é apenas ser livre por um momento, mas permanecer livre através de uma vida continuamente transformada pela presença de Deus.

LIBERTOS PARA SERVIR

A libertação não é apenas saída de um lugar de opressão, é muito mais que isso; Deus não liberta o homem simplesmente para si mesmo, mas porque existe uma razão maior, e essa razão precisa ser encontrada. 

Quando Deus enviou Moisés de volta ao Egipto a fim de libertar o povo da escravidão, ele foi com uma palavra de ordem diante de Faraó: "Deixa o meu povo ir para que me sirva". Por meio desta declaração, percebe-se claramente que a finalidade da libertação do povo de Israel era o serviço a Deus. Em outras palavras, o povo estava sob domínio de um sistema de opressão e seria livre para o sistema divino.

Ao libertar o povo, Deus  não olhou somente para opressão actual, mas para o destino que esperava a cada um. 

Na mente de Deus, a libertação implicava Arão servi-Lo como sacerdote no meio do Seu povo.

Uma das maiores libertações acontece quando Deus reclama alguém pelo lugar onde vê essa pessoa nEle, e não apenas pelo lugar onde ela se encontra.

Muitas pessoas têm dificuldade de atingir uma libertação plena porque não existe nelas sede em saber os pensamentos de Deus ao seu respeito. Limitam-se apenas a pensar na saída de espíritos malignos para posteriormente viveram para elas mesmas e alcançarem suas metas pessoais. 

No evangelho segundo Mateus 11:28-29, Jesus diz: “Vinde a mim todos os que estais cansados e eu vos darei descanso", e, "tomai sobre vós o meu jugo...";  o que dá descanso ao homem não é apenas o alívio do jugo de opressão, mas também tomar sobre si a carga de Jesus.

Assim, a libertação não consiste apenas em tirar uma carga, mas retirar a carga de um sistema para entregar a carga de outro sistema. 

A promessa do descanso que Jesus apresenta nestes versículos vem acompanhada de um chamado a aprender de Jesus a manejar devidamente aquilo que Ele lhe concede para servi-Lo.

Por isso, a verdadeira libertação não termina no momento da saída. Ela completa-se quando o propósito é encontrado, quando o serviço é assumido e quando o destino pensado por Deus começa finalmente a ser vivido.


#OraVemSenhorJesus

Apóstolo Siloe Betel 


sexta-feira, 17 de abril de 2026

A BÊNÇÃO QUE ANULA MALDIÇÕES




Base Bíblica:

Deuteronômio 28:8,13,20, 43;

Isaias 65:8; 

Gênesis 32: 23-29; Gênesis 49:22


Em Deuteronômio capítulo 28, a Bíblia faz menção de bênçãos e maldições que podem ser  proferidas ao povo de Deus, em caso de obediência ou desobediência das leis do Senhor.

No versículo 43 do livro de Deuteronômio, a Palavra de Deus declara que o estrangeiro prosperará na terra do seu povo e em seu lugar. Tal prosperidade não resulta do facto do estrangeiro ser mais abençoado, mas das limitações espirituais que operam sobre os nativos da terra.

Quando alguém entra numa terra e enxerga oportunidades que os próprios habitantes não vêem, isso revela uma possível cegueira espiritual instalada nos nativos, que é resultado de existência de uma maldição. 

Mas o que é, afinal, uma maldição?

Maldição é toda influência espiritual que limita, distorce ou bloqueia o potencial de um indivíduo. É trabalhar muito e viver abaixo do esforço feito. É suar intensamente e ainda assim colher pouco. É ver outros avançarem em áreas onde você permanece estagnado.

A benção, quando chega, muda a atmosfera. Ela cria uma aura de distinção, diferencia a pessoa e a transforma em canal de bênção para outros.

Diferente do que muitos pensam, ser abençoado vai muito além de possuir riquezas materiais. Exemplo de Jacó: a Bíblia diz que era muito rico, mas ainda assim, ele lutou a madrugada inteira, no vau de Jaboque, por uma bênção. E a bênção que ele recebeu foi transformação de identidade; sua história foi corrigida, e seu destino reposicionado.

Jacó estava voltando para a sua terra, um lugar de promessa, mas não podia entrar como o enganador  que saiu. Era necessário romper com a velha natureza para acessar a plenitude da bênção.

Por isso, orar por uma bênção é necessário; não apenas a bênção que acrescenta, mas a bênção que anula, que quebra, que silencia toda maldição operando na sua vida e na família. 

#OraVemSenhorJesus


Apóstolo Siloe Betel 

Ministério Tabernáculo de Oração raiz de David

17.04.26

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sábado, 4 de abril de 2026

A CRUCIFICAÇÃO: PARTE DO CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DO FILHO UNIGÉNITO DE DEUS







Base bíblica

Romanos 1:1-6; João 3:16-17; João 14:1-31; João 16:5-11; Actos 1:8; Isaías 53:2-10; Actos 2:2-4; Filipenses 2:5-11; Mateus 16:21-23.


Introdução

O apóstolo Paulo, servo de Cristo Jesus, fala acerca da promessa que Deus havia feito por meio dos profetas nas Escrituras Sagradas, acerca do Seu Filho, Jesus Cristo. Segundo Paulo, Jesus, como homem, era descendente de Davi e, mediante o Espírito de santidade, foi declarado Filho de Deus com poder pela Sua ressurreição dentre os mortos.

Por meio de Jesus Cristo e por causa do Seu nome, recebemos graça e o chamado para levar a mensagem do Evangelho a todas as nações, conduzindo as pessoas à obediência que vem pela fé. E nós também somos chamados a pertencer a Cristo (Romanos 1:1-6).


Em João 3:16-17, encontramos uma das maiores demonstrações do amor de Deus pela humanidade:

“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho unigénito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele.”

 

O propósito do envio do Filho de Deus era a salvação da humanidade, a libertação do pecado e a reconciliação do homem com Deus por meio da Sua morte e ressurreição.

Jesus sabia que o Seu propósito culminaria na cruz. A Sua morte não foi um acidente nem uma derrota inesperada; fazia parte do plano de Deus para a redenção da humanidade.


Jesus sabia que precisava partir

Antes da Sua morte, Jesus preparou os Seus discípulos para a Sua partida. Ele sabia que a Sua presença física entre eles chegaria ao fim, mas também sabia que a Sua partida abriria caminho para a vinda do Consolador, o Espírito Santo.


Jesus disse:

“Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu teria dito a vocês. Vou preparar lugar para vocês. E, quando eu for e preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver.”

E acrescentou:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.”

Jesus também prometeu o Espírito Santo:

“E eu pedirei ao Pai, e ele dará a vocês outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade.”

(João 14:1-3, 6, 16-17)

Portanto, a partida de Jesus não significava o fim da Sua obra. Pelo contrário, fazia parte da continuidade do propósito de Deus.


A igreja chora a morte do Filho unigénito de Deus

Quando era criança, a minha avó levava-me à sua igreja para participar no culto da Sexta-Feira Santa. Era considerado um dos cultos mais importantes, porque se pregava sobre a morte de Cristo.

O culto era carregado de muita emoção, pois se falava intensamente das dores que o nosso Senhor Jesus Cristo sofreu durante a crucificação.

Lembro-me de que, quando chegavam as 15 horas, toda a igreja começava a chorar 😭, como se Cristo estivesse a ser crucificado naquele momento.

Na minha inocência de criança, eu perguntava:

“Será que Jesus morreu outra vez? E desta vez não haverá ressurreição?”


Hoje, olhando para aquela experiência com mais entendimento das Escrituras, surge em mim uma reflexão:

Será que a morte de Cristo deve ser lembrada apenas com tristeza ou também deve ser contemplada à luz da vitória que ela produziu?

Não podemos negar a dor, o sofrimento e a gravidade da cruz. Mas também não podemos esquecer que a cruz não foi o fim da história.


Era necessário que Jesus partisse

Em João 16:5-11, Jesus explicou aos Seus discípulos que a Sua partida seria necessária:

“Mas eu afirmo que é para o bem de vocês que eu vou. Se eu não for, o Conselheiro não virá para vocês; mas, se eu for, eu o enviarei.”

Jesus estava a preparar os discípulos para compreenderem que a Sua partida fazia parte de um propósito maior.

Era necessário que Jesus fosse para que o Espírito Santo viesse sobre os Seus discípulos.

Em Actos 1:8, Jesus declarou:

“Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra.”

Surge então uma pergunta:

Como seríamos testemunhas de Cristo se Ele não tivesse cumprido o Seu propósito?

A morte e a ressurreição de Jesus abriram caminho para uma nova etapa da missão dos Seus discípulos.


O cumprimento da promessa do Espírito Santo

Depois da morte, ressurreição e ascensão de Cristo, os discípulos continuaram reunidos, dando continuidade à missão que Jesus lhes havia confiado.

Em Actos 2:2-4, encontramos o cumprimento da promessa da descida do Espírito Santo:

“De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados. E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava.”

Aqui vemos que a obra de Cristo não terminou na cruz.

A cruz conduziu à ressurreição; a ressurreição conduziu à exaltação; e a exaltação abriu caminho para o derramamento do Espírito Santo e para a expansão do Evangelho.


Cristo veio para cumprir as profecias

Importa também compreender que Jesus veio para cumprir aquilo que havia sido anunciado nas Escrituras.

Em Isaías 53 encontramos uma profecia profunda acerca do sofrimento e do propósito do Messias:

“Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos. Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento.”

O profeta continua:

“Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.”

E ainda:

“Como um cordeiro, foi levado para o matadouro; e, como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca.”

(Isaías 53:2-10)

Desde o início desta reflexão, percebemos que aquilo que foi escrito, profetizado e anunciado apontava para a missão redentora de Cristo.

A cruz fazia parte do propósito.


Devemos chorar ou celebrar?

É neste ponto que surge uma questão que considero importante:

A Igreja deve apenas chorar pela morte de Cristo ou também deve celebrar porque Ele cumpriu perfeitamente o propósito para o qual veio?

Tenho acompanhado algumas ministrações sobre a morte de Cristo e, em alguns momentos, parece haver uma ênfase tão grande na tristeza da crucificação que se perde de vista a vitória que a cruz representa.

Não se trata de desvalorizar o sofrimento de Jesus. Pelo contrário, devemos reconhecer a profundidade do Seu sacrifício.

Mas precisamos compreender que Jesus não foi derrotado na cruz. Ele entregou a Sua vida voluntariamente e cumpriu a missão que o Pai lhe confiou.

Por meio do Seu sacrifício, fomos reconciliados com Deus e recebemos a esperança da vida eterna.

A cruz representa sofrimento, mas também representa amor, redenção, reconciliação, vitória e cumprimento do propósito de Deus.


Jesus explicou aos discípulos a Sua morte

Em Mateus 16:21-23, Jesus começou a explicar aos Seus discípulos que era necessário ir a Jerusalém, sofrer nas mãos dos líderes religiosos, ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.

Pedro, porém, chamou Jesus à parte e começou a repreendê-lo:

“Nunca, Senhor! Isso nunca te acontecerá!”

Jesus respondeu:

“Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens.”

Essa passagem merece a nossa atenção.

Pedro não queria aceitar que Jesus sofresse e morresse. Humanamente, parecia absurdo permitir que alguém tão importante passasse por tamanho sofrimento.

Mas Jesus mostrou que aquela oposição estava a tentar impedir o cumprimento do propósito de Deus.

Isso leva-nos a uma reflexão:


Quando nos recusamos a aceitar aquilo que Deus determinou dentro do Seu propósito, será que não corremos o risco de olhar apenas para a dor momentânea e perder de vista a vitória que Deus está a produzir?

Jesus sabia que a cruz era necessária.


A oração de Jesus pelos discípulos

Quando chegou a hora de partir, Jesus também orou pelos Seus discípulos:

“Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade.” (João 17:15, 17-19)

 

Jesus estava a concluir a Sua missão terrena e, ao mesmo tempo, a preparar os Seus discípulos para continuarem a obra.

A Sua morte não significaria o encerramento da missão.

A missão continuaria através daqueles que Ele enviaria.


A vitória da cruz

Jesus Cristo cumpriu o propósito para o qual veio.

Ele não permaneceu na morte.

Ele ressuscitou.

Ele venceu a morte.

Ele foi exaltado.

E o Seu nome foi colocado acima de todo nome.

Filipenses 2:5-11 declara:

“Embora sendo Deus, não considerou que ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!”

E então vem a parte gloriosa:

“Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.”

(Filipenses 2:5-11)


Conclusão

Jesus venceu na cruz.

Por isso, quando contemplamos a crucificação, não devemos ficar apenas presos à dor daquele momento. Devemos também olhar para aquilo que aconteceu depois:

Ele morreu, mas ressuscitou.
Foi humilhado, mas foi exaltado.

Foi rejeitado, mas recebeu o nome que está acima de todo nome.
Foi à cruz, mas venceu a morte.

Por isso, a cruz não deve ser apenas um símbolo de tristeza.

A cruz é também o testemunho do amor de Deus, da obediência de Cristo e da vitória sobre o pecado e a morte.

Precisamos, portanto, celebrar não a morte em si, mas a vitória que Cristo alcançou através da Sua morte e ressurreição.

E esta vitória também nos chama a uma responsabilidade.

Cristo cumpriu com sucesso o propósito que Deus lhe confiou.


E você? E eu?

Será que estamos a viver de maneira alinhada com o propósito que Deus nos confiou nesta terra?

Será que estamos dispostos a obedecer, mesmo quando o caminho exige sacrifício?

Será que estamos a permitir que o Espírito Santo nos capacite para sermos testemunhas de Cristo?

Jesus cumpriu o Seu propósito.

Agora, precisamos perguntar a nós mesmos: estamos a cumprir o propósito que Deus colocou nas nossas vidas?

🙏 Que a nossa vida não seja apenas uma celebração daquilo que Cristo fez, mas também uma resposta de obediência àquilo que Ele nos chamou para fazer.


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domingo, 29 de março de 2026

A IMPORTÂNCIA DE PERMITIR A INFLUÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO

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O ESPÍRITO SANTO INFLUENCIANDO A MINHA FAMÍLIA 



Bases bíblicas: Mateus 4:1, 4; Marcos 3:13; Actos 1:2

JESUS: UM EXEMPLO DE VIDA DIRIGIDA PELO ESPÍRITO SANTO

Quando Jesus morreu e ressuscitou, apareceu aos Seus discípulos. Já não era apenas o Jesus que caminhava com eles anteriormente, mas manifestava uma dimensão mais profunda, trazendo ensino e revelação de outro nível.

Em João 5:19 está escrito:

“Em verdade, em verdade vos digo que o Filho nada pode fazer de si mesmo; faz somente o que vê o Pai fazer, porque tudo quanto Ele faz, o Filho o faz igualmente.”

Tudo o que Jesus fazia era resultado daquilo que via o Pai fazer. O Espírito Santo foi quem O conduziu ao deserto, mostrando que a Sua vida era totalmente dirigida pelo Espírito.

O Espírito Santo pode conduzir alguém ao casamento, mas isso não significa que irá liderar dentro dele, caso não haja entrega e liberdade para que influencie cada decisão.

Jesus ensinava pelo poder do Espírito Santo. Diante de Pilatos, foi o Espírito Santo quem O sustentou, levando-O a permanecer em silêncio quando era questionado. Em todas as áreas e dimensões da Sua vida, o Espírito Santo estava presente.

A IMPORTÂNCIA DE PERMITIR A INFLUÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO

Muitos têm facilidade em aceitar a direcção do Espírito Santo nas coisas simples, mas resistem nas difíceis. Há quem limite o Espírito Santo apenas à revelação, sem permitir a Sua manifestação plena na sua vida.

Sem o Espírito Santo, por mais graça que exista, nada se sustenta. Pedro, sem o Espírito, não manifestaria poder ao ponto de curar enfermos até com a sua sombra.

Existem situações das quais se foge, e a raiz disso é a ausência da influência do Espírito Santo.

Quando Pedro se levantou no dia de Pentecostes, foi pela influência do Espírito Santo que a sua palavra tocou os corações e levou muitos a interessarem-se por Jesus.

O Espírito Santo foi quem enraizou o ministério de Jesus, e essa mesma influência foi transmitida aos apóstolos. Pedro, cheio do 

Espírito Santo, falava ao povo com autoridade, e a sua forma de falar revelava quem o influenciava. Pela fala, torna-se evidente qual espírito está a conduzir a vida.

O Espírito Santo é real. Ele deseja influenciar a sua vida. Ele não é alguém distante, mas Ele é alguém próximo, presente, disposto a ajudá-lo nas suas fraquezas, mesmo naquelas que você tenta esconder.

Ele quer direccionar a sua vida e influenciar a sua família. Ele quer revelar coisas ocultas, mistérios profundos que você ainda não conhece. Ele quer trazer luz onde há confusão, clareza onde há dúvida e paz onde há inquietação. Ele quer ser o seu amigo constante, aquele que permanece em todos os momentos nos dias bons e nos dias difíceis.

Oração:

- “Santo Espírito, lidere e influencie a minha vida e a vida da minha família”;

- “Santo Espírito, mude a minha maneira de pensar e agir em nome de Jesus”; 

- “Santo Espírito, eu saio do lugar de juiz e vítima, e me coloco no lugar de filho de Deus”; 

- Hoje, eu saio do lugar de egoísta e dos lugares escuros da minha alma, em nome de Jesus”.


Profetisa Ana Yeshua 

29.03.26

Ministério Tabernáculo de Oração 

sábado, 14 de março de 2026

ESTRATÉGIAS ESPIRITUAIS PARA IMPEDIR A LIBERTAÇÃO



Base Bíblica

Êxodo 5:6-9; Êxodo 14:5-7; João 8:32; 2 Coríntios 2:11 

Palavra de Deus, no livro de Êxodo, apresenta uma estratégia usada por Faraó para manter o povo de Israel debaixo de opressão.

Depois que Moisés anunciou a palavra de libertação da parte de Deus, Faraó decidiu aumentar as cargas de trabalho do povo. O objectivo era mantê-los ocupados e cansados, para que não prestassem atenção às palavras que anunciavam a libertação.

Ao aumentar o peso do trabalho, Faraó não estava apenas a lutar directamente contra a libertação do povo. Na verdade, estava a lutar contra a possibilidade de eles acreditarem que poderiam ser libertos. Ao sobrecarregar o povo, procurava enfraquecer a esperança e impedir que a promessa de Deus permanecesse viva no coração deles.

Essa atitude também expressa a obstinação de Faraó em manter o povo sob o seu domínio.

No livro de Êxodo, vemos ainda que, mesmo depois de permitir que os israelitas saíssem do Egito, ele mudou de decisão e resolveu persegui-los. O seu desejo não era apenas governar, mas continuar a exercer controlo sobre um povo que durante muito tempo havia trabalhado em benefício do Egito.

Existem situações que mantêm uma pessoa presa a determinadas realidades. Muitas vezes isso acontece quando alguém vive continuamente numa situação de falta. Quando essa falta se prolonga por muito tempo, pode criar uma realidade que limita a visão e prende a pessoa apenas à luta pela sobrevivência.

Nessas circunstâncias, a pessoa passa a concentrar toda a sua energia em resolver necessidades imediatas e deixa de perceber aquilo que Deus deseja fazer na sua vida. A falta prolongada enfraquece a esperança e reduz a capacidade de olhar para um futuro diferente.

O inimigo sabe que, se uma pessoa continuar a ouvir determinados ensinos e permanecer num ambiente espiritual saudável, inevitavelmente crescerá. Por essa razão, procura criar circunstâncias que afastem a pessoa dessas palavras e interrompam o processo de edificação.

Faraó demonstrava obstinação em relação ao povo de Israel. Ele não queria protegê -los, mas também não queria deixá-los ir. Mesmo tendo recursos para empregar outras pessoas, insistia em manter aquele povo sob o seu domínio, porque eles já haviam trabalhado muito em benefício do Egito.

Quando alguém decide buscar a Deus e orar pelo Seu favor, algo começa a mudar. A realidade que antes parecia limitada começa a ser transformada pela intervenção divina.

O mesmo povo que no Egito precisava trabalhar duramente apenas para sobreviver foi conduzido por Deus a um caminho onde o sobrenatural começou a manifestar-se. 

Houve momentos em que, para beber água, bastava falar com a rocha, e Deus fazia jorrar água no meio do deserto.

Quando alguém vive debaixo do favor de Deus, passa a experimentar resultados que vão além daquilo que o esforço humano poderia produzir naturalmente. 

O favor de Deus faz com que os resultados da vida ultrapassem o tamanho do próprio esforço, porque o Senhor passa a agir de forma sobrenatural.


Apóstolo Siloé Betel

Fluxo no Altar 

13/03/26

quarta-feira, 11 de março de 2026

DESENVOLVA A FÉ PARA NOVAS ESTAÇÕES

 


Base Bíblica:

Lucas 17:5; Hebreus 5:12-14; 2 Coríntios 10:15

Ao longo da vida surgem novas fases, novas responsabilidades e novos desafios. Cada uma dessas etapas exige um novo nível de fé.

Por isso, não queira viver coisas novas mantendo uma fé antiga. A fé que ajudou a vencer batalhas no passado foi suficiente para aquele tempo, mas a caminhada com Deus exige crescimento. Torna-se necessário desenvolver a fé e pedir a Deus que a fortaleça.

Os próprios discípulos disseram a Jesus: Senhor, acrescenta-nos a fé” “Lucas 17:5). Eles entenderam que a fé precisa crescer para sustentar novos desafios.

A história de José revela essa realidade. Foi vendido pelos seus irmãos e levado como escravo para o Egipto. Tudo parecia apontar para derrota, mas a Escritura declara em Génesis 39:3 que em tudo o que colocava a mão, Deus o fazia prosperar.

José era escravo na sua posição, mas a sua mentalidade não era de escravo. Muitas crises que surgem na vida acabam por colocar rótulos de fracasso sobre alguém, não porque Deus tenha falhado, mas porque muitas vezes a fé não foi desenvolvida para sustentar os desafios daquele tempo.

Cada nova estação da vida exige crescimento espiritual. Por isso, torna-se necessário desenvolver a fé, buscar mais a Deus e permitir que Ele fortaleça o interior.


A pergunta que permanece é:

Que nível de fé está a apresentar diante dos desafios que enfrenta hoje?




Ministro Eddie Macamo 

08.03.26

Ministério Igreja Tabernáculo de Oração - Raiz de David

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 ✨ 150 MIL VISUALIZAÇÕES! ✨ Queridos leitores 🎈🌺❤️ Hoje o meu coração está cheio de gratidão e emoção 💓! Chegámos às 150 mil visualizaçõe...