sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Perspectivas alternativas de tomada de decisão Organizacional

I. RESUMO

Este trabalho centra-se no estudo das perspectivas alternativas de tomada de decisão Organizacional bem como analisar os limites da racionalidade na tomada de decisão pelos Indivíduos.
O cenário em que as organizações estão inseridas se modifica constantemente, cabendo desta feita ao Líder dar toda a sua influência no processo de tomada de decisão em todos os aspectos, diante disto, faz-se um alerta por parte dos Líderes, para que as escolhas sejam feitas com base na realidade organizacional.

Contudo, fatores tais como a globalização, o avanço tecnológico, o desenvolvimento das telecomunicações e a diminuição do tempo de processamento das informações, fazem com que o ambiente organizacional fique cada vez mais complexo, levando os Líderes a reavaliarem constantemente o processo decisório.

No presente trabalho, pretende-se em linhas gerais falar das diferentes formas alternativas que podem-se usar na tomada de decisão dentro de uma organização.

Palavras -Chave: Alternativas, decisão, Organizacão


II. INTRODUÇÃO

No presente trabalho temos como tema, perspectivas alternativas de tomada de decisão Organizacional. O motivo da escolha do tema foi pela sua relevância, visto que nas nossas vidas assim como nas nossas Organizações, sempre nos deparamos com situações muito complicadas que nos levam a ter que analisar todas as implicações possíveis e imagináveis que a resolução das mesmas pode trazer pois, o processo de tomada de decisão envolve muitos riscos para os Líderes.

Utilizam para isso suas experiências passadas, seus valores e crenças, seus conhecimentos técnicos, suas habilidades e filosofias, os quais noteiam a forma pela qual tomam decisões. Esses diversos modos de tomada de decisão poderiam representar tanto o sucesso como o fracasso das pessoas que decidem daquelas que dependem desse processo, além da organização na qual estejam inseridas.
É notório que as pessoas nas organizações a todo momento têm de decidir diante de diversas situações e sobre problemas. O processo de liderança é complexo visto que geralmente os líderes tomam decisão e depois analisam. Saber decidir na sua vida profissional e pessoal é uma arte complicada mas que pode ser aprendida, eis a razão do desenvolvimento deste trabalho.

A decisão nos permite lidar com as oportunidades e as incertezas da nossa existência, este processo nos acompanha a vida toda, entretanto, neste trabalho pretendemos intergrar a Liderança no processo de tomada de decisão Organizacional.

O objectivo deste trabalho é compreender as alternativas viáveis na tomada de decisão Organizacional e mostrar o quanto o processo decisório nas organizações se converte na essência da habilidade de influenciar em que a responsabilidade do Líder é decidir a melhor alternativa para cada momento em que se encontra a organização, de modo a garantir os resultados esperados.


III. CONCEITOS

Alternativa: sucessão de duas coisas que não ocorrem ao mesmo tempo ou seja opção entre duas coisas.

Decisão: é o conjunto das fases necessárias para a escolha da melhor alternativa para atingir os objectivos traçados ou para resolver as situações-problemas constatados, (Hammond, Keeney, Raiffa, 2004:17).

Organização: é uma combinação de esforços individuais que tem por finalidade realizar propósitos coletivos (Maximiano,1992).


IV. REVISÃO DA LITERATURA


Processo de tomada de decisão organizacional

A complexidade dos factores contextuais que afectam a tomada de decisão são notáveis, dentre as quais perspectivas (racionalidade); problemas; escolha da melhor alternativa; busca da solução satisfatória tendo em conta o nível de incerteza, nível de risco, ambiguidade e certeza; bem como a contínua alteração dos cenários organizacionais em que ocorre, determina o formato dominante do processo de tomada de decisão.

Deste modo, estes factores tendem a ignorar a ecologia da decisão onde, a teoria ecológica não se mostra capaz de propor um conjunto de prescrições para a atividade de adaptação organizacional (Donaldson, s/d) ao contrário de Gibson ( s/d) afirmando que a compreensão da percepção deve ser seguida pelo estudo do meio ambiente em que vive o indivíduo e não no laboratório e essa não percepção deste elemento essencial que é o ambiente, tem conduzido a:
Conflitos, Complexidade, acontecimentos Simultâneos e Contraditórios que vão caracterizar o ambiente organizacional. Entretanto as premissas das decisões estão frequentemente longe de serem estáveis e claras, por causa da sua complexidade.

V. MODELO RACIONAL

Neste contexto podemos considerar o modelo racional que assenta na combinação de duas noções essenciais: O interresse próprio ou modelo prescritivo (os indivíduos tendem a decidir maximizando o enteresse próprio) e as preferencias do decisor.

Portanto no primeiro, os decisores possuem um conjunto de alternativas da acção, conhecem as consequências, e o valor de utilidade de cada alternativa, permitindo a comparação entre elas, significa que supoem-se que os decisores dispõem de regras que lhes permitem selecionar uma única alternativa com base no cálculo probabilistico da unidade esperada (Bazerman, 1994), e segundo este autor existem 6 elementos a ter em conta:

A definição do problema: O decisor específica a natureza do problema, procurando as causas e factores determinantes.
Identificação dos critérios de decisão: o decisor procura identificar os critérios relevantes para as escolhas que conduzem à decisão;
Atribuição de um coeficiente de importância a cada critério: o decisor determmina as suas preferências atribuindo um valor relativo a cada critério;
Produção de alternativas: identificar as possíveis vias de acção, e o tempo é um elemento crucial nesta etapa;
Classificar cada alternativa quanto aos critérios: previsões acerca das consequências potenciais de cada alternativa atribuindo-lhe um valor da unidade esperada;
O cálculo da decisão óptima: multiplicar a eficiência esperada de cada alternativa pelo peso atribuido a cada critério. Será escolhida a solução que apresente a expectativa de utilidade com valor mais elevado.

Este modelo assume que o decisor possui não só a capacidade de antever as consequências da decisão, entraves do cálculo das probabilidades objectivas da sua ocorrência, como também a faculdade de atribuir valores exactos a importância de cada uma dessas consequências.


Entretanto Comnolly e keput (1997); Mc Daniel (1993), citado por Simões (2001:424) criticam esta visão probabilística onde a decisão é assumida, como constituindo a base dos vários modelos alternativos que designam "tomada de decisão naturalista".

No que concerne a decisão naturalista segundo Zsambok (1997:4), citado por Russo, Frederick, Nogueira (2001:8) afirmam que dentro das teorias descritivas, o termo decisão Naturalista (Naturalistic Decision Marking- NDM), explica que é a forma que as pessoas usam sua experiência para tomar decisões no seu campo de actuação. Para Simões (2001: 406) focam -se primordialmente os comportamentos e as cognições dos decisores.

A tomada de decisão em grupo, pode aparentemente, minorar as limitações da decisão individual ao permitir que as contribuições de diferentes elementos enriqueçam a informação disponível e produzam um maior número de alternativas. Contudo, se muitas vezes este potencial é concretamente e traduzido em decisões de elevada qualidade, frequentemente, alguns padrões de interação nos grupos fomentam a ocorrência de enviesamentos colectivos que afectam negativamente o processo de tomada de decisão. (Simões, 2001:426).

Neste contexto, este tipo de decisão tem as suas implicações quer negativas assim como posetivas, dependendo do contexto em que se insere, visto que quando um grupo é constituido por indivíduos que partilham objectivos, revelam actitudes similares face ao objecto de decisão e possuem expectativas de recompensa externa associadas ao sucesso grupal, é provável que apresente um nível elevado de coesão.

VI. VANTAGENS E DESVANTAGENS NA TOMADA DE DECISÃO NATURALISTA


Vantagens

  1. Maior informação e conhecimento temático;
  2. Maior número de alternativas;
  3. Maior compreensão e aceitação da decisão final;
  4. Progresso nas capacidades dos elementos do grupo; ( Ramos s/d)

Desvantagens

  1. Consome mais tempo;
  2. Avaliação incompleta das alternativas e dos objectivos;
  3. Pobreza de informação devido a enviesamentos nos mecanismos de busca de selecção;
  4. Análise deficiente das escolhas e das preferências do grupo;
  5. Ausência de planos de contigências, dado que a sua existência assumiria implicitamente a possibilidade do grupo não "ter razão" na decisão.


Um dos pontos de partida desta orientação é a constatação da dificuldade dos seres humanos em lidar com as variáveis de decisão em ambientes complexos como aqueles que caracterizam as organizações. Por essa razão, os indivíduos e os grupos tratam os problemas organizacionais agindo e reflectindo sobre o feedback das suas acções, constituindo ciclos de decisão (Connolly e Koput,1997) citados por Simões (2001:424). O que se propõe é uma forma alternativa de racionalidade em que "acção precede largamente a reflexão", isto significa, o que faz com que nossas decisões não sejam efectivadas é porque muitas das vezes buscamos esquecer o passado e não queremos refletir sobre o que aconteceu, pois podemos concluir que a responsabilidade foi somente nossa, entretanto na maioria das vezes, estamos míopes pela ambição ao invés de nos guiarmos por objetivos práticos, positivos e éticos, esquecendo de raciocinar e perceber que as boas decisões são construídas em cima de bons objetivos. E se isso não acontece à medida que emergem as consequências da acção, é quando inicia -se uma fase de reflexão enquanto já for tarde demais.


VII. TEORIA DE IMAGEM

Relactivamente á teoria da imagem (Beach e Mitchel,1990) citado por Simões (2001:426) inscreve-se igualmente “nesta orientação gradualista dos processos de decisão”. Estes são vistos como um conjunto e esforços de coordenação das representações (imagens) elaboradas pelos decisores acerca de diferentes aspectos do funcionamento organizacional. Assim, os autores distinguem quatro elementos da auto-imagem organizacional que servem de pano de fundo ao processo de tomada de decisão:

Auto-imagem organizacional- Percepção das crenças, valores e orientações normativas da organização;
Imagem da tragectótia organizanizacional- o esboço da estratégia para o futuro, visão das metas organizacionais;
Imagem da acção organizacional- refere-se à percepção dos planos anteriormente adoptados para atingir os objectivos organizacionais;
Imagem organizacional projectada- a antecipação dos acontecimentos e resultados da possível adopção de um determinado plano acção de uma acção já em marcha.


Nesta perspectiva, considera-se que as decisões são adoptadas na medida em que são compatíveis com os conteúdos dos elementos da imagem. A escolha depende ainda de um sub processo de previsão, que os autores designam por teste de rentabilidade, consistindo na comparação da eficácia antecipada das várias alternativas da decisão.


Ao contrário da previsão probabilistica dos modelos racionais, esta antecipação dos benefícios de cada alternativa possui carácter abrangente. A escolha é realizada em função do maior ou menor grau de adequação da alternativa aos elementos da imagem.

As decisões respeitantes a planos de acção já desencadeados (decisões de progresso) requerem compatibilidade com a imagem projectada e a imagem da tragectótia. Caso sejam detectadas incompatibilidades, deverá ter lugar um processo de adopção de uma nova decisão.

Na última década, vários autores tem vindo a conceber a tomada de decisão enquanto atribuição de sentido. Mesmo um autor aparentemente associado a concepções probabilísticas da decisão, como March (1997), citado por Simões (2001:245), admite que as simplificações da informação são determinadas, não apenas por limitações cognitivas individuais, mas também pelo sentido organizacional que esta informação pode vincular. A tomada de decisão constitui uma ocasião para descobrir e interpretar o significado da decisão e relacionar esta com as acções anteriores dos diversos actores organizacionais.

Numa versão mais radical desta perspectiva, o processo que conduz á decisão constituiria uma oportunidade de actualizar opções e escolhas latentes. Weick (1955:185) afirma -o com firmeza : « A tomada de decisão consiste em localizar, articular e ratificar uma escolha antiga, trazendo -a para o presente e defendendo-a como se fosse a decisão acabada de tomar.

Em conexão com esta visão, alguns autores ( Pennington e Hastie, 1988; Hastie e Pennington:1991) propõem um modelo em que a organização da informação para a tomada de decisão é concebida como uma forma de construção de ligações causais, configurando vários episódios narrativos susceptiveis de justificar a decisão. Estas narrativas refletem os esquemas explicativos ou a atribuição de sentido preferidos do decisor ou partilhados pelos elementos do contexto social em que este se insere. Posteriormente, emerge uma « história » dominante que valida a decisão a tomar.

Outros autores sublinham a inserção do processo de tomada de decisão organizacional numa teia de narrativas que o preparam e enquadram. Por exemplo. O´ Connoor (1997) faz notar que a decisão, sendo um construto humano, depende largamente do espaço simbólico em que ocorre. Baseando-se nas conclusões num estudo de campo, a autora mostra que os decisores constroem narrativas progressivamente convergentes que antecipam e definem a natureza não só da decisão, mas também dos problemas que a justificam e das soluções consideradas.


Critíca ao modelo racional de tomada de decisão

Muita das vezes não se tem muita atenção ao querer tomar uma decisão dentro de uma organização, (Simon:1955, March e simon:1993), citado por Simões (2001:408) afirma que para que esse fosse aplicável, os individuos deveriam ter acesso a toda a informação, o que não acontece na maioria dos casos, por outro lado concordando com os mesmo autores sustentam que mesmo dispondo de informação suficiente, existem limitações na capacidade humana de processamento da informação que impedem os decisores de maximizarem as escolhas de forma racional; Limitações em relação aos cursos alternativos de ação, utilidades conseqüências O ambiente determina as conseqüências previsíveis.

Para que modelo acima referenciado seja aplicável, os indivíduos devem ter acesso a toda informação o que não acontece.

VIII. CONCLUSÃO

Concluíndo, em nossos dias, o domínio da teoria e do processo de tomada de decisão é cruscial para as organizações e gestores, pois a complexidade dos negócios é crescente e exige respostas mais rápidas.
Na tomada de decisão geralmente usamos a percepção selectiva, pois, já temos uma opção em mente. Este "favorito implícito" influência em como desenvolvemos o processo de tomada de decisão. No ambiente de trabalho, se suspeitamos que alguém tem um mau desempenho, vamos observá-lo cuidadosamente, e provavelmente encontramos evidência do seu mau desempenho, mas com que freqüência nós realmente procuramos evidência que seja contra nossa percepção inicial? Talvez este mau desempenho foi um fato isolado, e a pessoa pode ter um bom desempenho geral, mas nunca vamos saber disso, já que não estamos procurando esta informação.
Em suma, o processo de decisão numa organização, não é uma tarefa fácil, para tal significa que os decisores precisam estar cientes do que pretendem atingir, visto que muita das vezes se metem em situações muito difícies em que não fazem análise da sua experiência passada e este mal entendido surge, principalmente, pela falta de compreensão de significados importantes que cada critério possui.

Para conseguir-se tomar decisões é importante verificar, na história organizacional, os momentos importantes da mesma e que podem ser relevantes para a decisão que precisam tomar. É saber que estão, onde estão hoje, graças a suas escolhas passadas. É compreender porque optam por aquele caminho específico naquele momento. Ou seja, é entender como tomaram suas decisões no passado. Este conhecimento é importante porque muitos Líderes têm tendência a decidir sempre da mesma forma o que de certa forma os leva ao arrepandimento.

A figura do tomador de decisão é central, o seu comportamento acaba por definir variações no processo de decisão. Estas variações se apresentam relacionadas tanto a limitações cognitivas quanto a condicionantes de natureza ideológica e de valores próprios de ou de outros grupos/ Indivíduos envolvidos.
A comunicação e a articulação entre esses agentes são fundamentais, e quanto a política devem ser considerados nos processos decisórios.


IX. RECOMENDAÇÕES

Os Líderes devem:

Aprender com os erros dos outros e não repeti-los;

Uma decisão de qualidade significa que os Líderes escolhem o plano de acção que permite à empresa alcançar os seus objectivos de forma mais eficiente do que através de todas outras alternativas plausíveis, isto significa, a organização leva à cabo com êxito o plano de acção selecionado, cumprindo os objectivos estratégicos durante o processo de decisão;

Os Líderes devem pensar nos assuntos cuidadosamente, reunirem informações e levarem a cabo análises alargadas e depois escolherem um plano de acção, aplicarem também um pouco de intuição e retirarem algumas lições da sua experiência;

Os Líderes não podem ter ideias pré-concebidas antes de tomar uma decisão, pois as mesmas ideias acabam fazendo com que não façam uma análise rigorosa;

A tomada de decisão consiste em localizar, articular e ratificar uma escolha antiga, trazendo -a para o presente e defendendo-a como se fosse a decisão acabada de tomar.


X. BIBLIOGRAFIA

1.DARCOSO, António Luís Rocha, Tomada de decisão e risco, dissertação de Mestrado-Faculdade de Economia, Admnistração e Contabilidade- FEA, SP, 1999
2.FERREIRA, J.M. Carvalho, NEVES, José, Caetano António Manuel, Manual de psicossociologia, editora MCGRAW-HILL, Portugal, 2001,
3.GUIA, Nuno Manuel Vinagreiro, Treino da tomada de decisão do treinador: análise da influencia dos constranfimentos metadimencionais, UTL, Faculdade de Motricidade humana, 2009,
4.OLIVEIRA, Fernando Frazão, Conhecimento processual da tomada de decisão em Orientação, U.D.P, 2001,
5.ROBERTO, Michel A. Grandes Líderes não aceitam um sim como resposta, 1ª Edição, Casa das letras, 2008,

sexta-feira, 18 de junho de 2010

COMO SER FELIZ?







Uma escolha todos os dias


Você já parou para se perguntar o que realmente significa ser feliz?

Talvez a felicidade não seja ter uma vida perfeita. Talvez seja aprender a encontrar motivos para sorrir mesmo quando a vida insiste em nos apresentar lágrimas.

Felicidade é o estado de quem é feliz; é um sentimento de bem-estar, satisfação e contentamento.

Alegria é o prazer de viver, o júbilo, a satisfação que muitas vezes se manifesta através de um simples sorriso. 😍

Mas será que podemos escolher ser felizes?

Eu acredito que sim.

“A boca fala do que está cheio o coração.”
Mateus 12:34

As palavras que pronunciamos revelam muito do que carregamos dentro de nós. Quando nos acostumamos a reclamar, lamentar e alimentar pensamentos negativos, começamos, pouco a pouco, a enxergar a vida através das lentes da tristeza.

A lamentação pode roubar sonhos, diminuir a nossa alegria e enfraquecer a esperança.

Por isso, precisamos ter cuidado com aquilo que permitimos permanecer no nosso coração e com aquilo que decidimos colocar para fora através das nossas palavras.


QUANDO A COMPARAÇÃO ROUBA A NOSSA PAZ


Ultimamente, tenho observado pessoas tristes, frustradas, vingativas e até cruéis porque sentem que a vida não sorriu para elas.

Os anos passam, e elas olham para a própria vida sentindo que nada mudou.

Então olham para o lado.

O vizinho está prosperando.

A amiga contraiu matrimónio.

A irmã abriu uma empresa.

A filha da vizinha ingressou na faculdade.

E, sem perceber, começam a comparar a sua caminhada com a caminhada dos outros.

É nesse momento que a comparação começa a roubar a paz.

Aquilo que deveria ser inspiração transforma-se em inveja.

Aquilo que deveria ser alegria pela conquista do outro transforma-se em frustração.

Mas existe uma verdade que precisamos aprender:

A vida de outra pessoa não é o relógio da nossa vida.

Cada pessoa possui o seu próprio tempo, a sua própria história e a sua própria caminhada.

Por isso, no meio de tanto caos, eu escolhi a felicidade.

Na dor, escolhi sorrir.

Por quê?


EU ESCOLHI VIVER PELA FÉ


Ao longo da vida, aprendi que nem tudo aquilo que vejo representa aquilo que será o meu futuro.

Aprendi a não viver apenas pelas circunstâncias, mas pela fé.

Você já ouviu falar de fé?

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem.”
Hebreus 11:1

A fé ensinou-me a olhar para além das circunstâncias.

Ensinou-me que uma porta fechada não significa necessariamente o fim.

Às vezes, significa apenas que existe outro caminho.

Descobri que existe dentro de mim uma força capaz de atravessar fronteiras, superar obstáculos e continuar acreditando.

Aprendi a usar o meu poder interior para colocar os meus sonhos em movimento e transformar planos em resultados.

Porque existe dentro de cada um de nós uma capacidade extraordinária de amar, recomeçar, fazer o bem, espalhar benefícios e levar esperança a quem está cansado.

E há algo profundamente gratificante em perceber que aquilo que um dia parecia impossível começa, pouco a pouco, a tornar-se possível.


PINTE A SUA PRÓPRIA HISTÓRIA


Apesar das dificuldades que tenho enfrentado, continuo acreditando que posso mudar o rumo da minha história.

Posso pegar na tela da minha vida e pintar nela uma paisagem deslumbrante.

Não porque tudo seja perfeito.

Mas porque decidi não entregar o pincel das minhas escolhas às circunstâncias.

A vida pode trazer tempestades, mas eu ainda posso escolher como atravessá-las.

E você também pode.


ESCOLHA QUEM PERMANECE NA SUA VIDA


Nós não temos o poder de escolher todas as pessoas que entram nas nossas vidas.

Mas podemos escolher quem permanece.

E isso é responsabilidade nossa.

Não permaneça na roda dos escarnecedores, dos fofoqueiros, dos intriguistas e dos maldizentes.

As pessoas com quem convivemos podem influenciar os nossos pensamentos, as nossas decisões e até a maneira como enxergamos a vida.

Escolha estar perto de pessoas que acrescentam.

Pessoas que incentivam.

Pessoas que celebram as suas conquistas.

Pessoas que conseguem dizer a verdade sem destruir.

Pessoas que sabem estender a mão quando você cai.

Porque nem toda companhia é amizade, e nem toda presença merece um lugar permanente na nossa história.


AS TEMPESTADES TAMBÉM FAZEM PARTE DA VIDA


Há dias maravilhosos.

Mas também existem dias sombrios.

Dias de incerteza.

Dias em que a esperança parece pequena e o coração fica cansado.

Precisamos aprender a conviver não apenas com a bonança, mas também com as tempestades.

Porque quem aprende a atravessar tempestades torna-se mais forte.

Não perca o foco.

Não abandone a esperança.

Não deixe morrer a coragem.

E, principalmente, não permita que uma fase difícil faça você acreditar que a sua história terminou.

Ainda existe caminho pela frente.


NÃO ENTREGUE O SEU DESTINO A NINGUÉM


Nunca permita que alguém determine o rumo da sua vida.

Não se arrependa de ter conhecido pessoas que lhe fizeram mal.

Algumas pessoas chegam para nos amar.

Outras chegam para nos ensinar.

E algumas ensinam através da dor.

Isso não significa que devemos permanecer onde somos feridos.

Significa apenas que podemos transformar experiências dolorosas em sabedoria.

Não permita que alguém transforme você numa pessoa amarga.

Não permita que uma decepção destrua a sua capacidade de amar.

Não permita que uma traição faça você deixar de confiar em si mesma.

As pessoas podem fazer parte da nossa história, mas não precisam escrever o nosso final.

Você ainda tem o direito de escolher o próximo capítulo.


APRENDI A SER FELIZ COMIGO MESMA


A vida ensinou-me algo precioso: é possível viver em paz consigo mesma.

Aprendi a valorizar a minha paz.

Aprendi a não depender emocionalmente de outras pessoas para me sentir completa.

Confio nas minhas capacidades, no meu conhecimento, na minha intuição e na capacidade que tenho de influenciar positivamente a vida das pessoas.

Também aprendi a conviver com o fracasso.

Porque fracassar não significa ser um fracasso.

Às vezes, significa apenas que tivemos coragem de tentar.

As melhores lições da vida muitas vezes nascem das nossas quedas.

E existe uma frase que sempre me faz refletir:

As pessoas que nunca falharam são, muitas vezes, aquelas que nunca tiveram coragem de tentar.

O caminho pode ser longo.

Pode ser difícil.

Pode haver momentos em que você terá vontade de desistir.

Mas a vontade de chegar ao destino pode transformar uma pessoa cansada numa grande vencedora.


ENTÃO, COMO SER FELIZ?


Afinal de contas, o que é saber viver?

O que é ser feliz? 🤔

Talvez seja aprender a equilibrar-se entre escolhas e consequências.

Talvez seja aceitar que nem tudo estará sob o nosso controle.

Talvez seja aprender a perder sem perder a esperança.

Chorar sem desistir.

Cair sem permanecer no chão.

Recomeçar sem medo.

Perdoar sem voltar para aquilo que nos destruiu.

E continuar acreditando que amanhã pode ser melhor.

Não tenha medo de ser feliz.

A felicidade não significa ausência de problemas.

Significa aprender a encontrar luz mesmo quando o caminho parece escuro.

A felicidade conquista-se.

Constrói-se.

Escolhe-se.

Todos os dias.

E existe uma verdade que nunca devemos esquecer:


Você não será verdadeiramente feliz com alguém se primeiro não aprender a ser feliz consigo mesma.

Por isso, cuide do seu coração.

Cuide dos seus pensamentos.

Escolha bem as suas companhias.

Aprenda com os seus fracassos.

Liberte-se do passado.

Valorize o presente.

E entregue o futuro a Deus.

A vida é uma dádiva.

E enquanto houver vida, haverá sempre uma oportunidade para recomeçar.

Então sorria. ❤️

Mesmo que hoje seja difícil.

Mesmo que ninguém compreenda a sua caminhada.

Mesmo que você ainda não tenha chegado onde deseja.

Continue.

A sua história ainda não terminou.

E talvez, sem perceber, você esteja justamente no capítulo que antecede a sua grande virada.


Já disse que te amo? ❤️

Um beijo grande. 💋


Liandra Langa 

terça-feira, 15 de junho de 2010

O PODER DA PALAVRA






A palavra tem poder. Aquilo que alguém diz pode ganhar importância, crescer e ocupar espaço dentro da nossa mente e do nosso coração.

Todo ser humano precisa aprender a acreditar em si mesmo, na sua vida e na sua maneira de pensar. Uma mente alimentada por pensamentos positivos pode tornar a vida mais bonita, atraente, cativante e, acima de tudo, emocionante.

Quando, por algum motivo, perdemos um ente querido e permanecemos constantemente a lamentar, é natural que as recordações e a dor se tornem cada vez mais presentes. Aquilo em que concentramos as nossas palavras e pensamentos tende a crescer dentro de nós.

Da mesma forma, quando falamos excessivamente sobre assuntos triviais, eles podem assumir uma dimensão maior do que realmente possuem. Se temos apenas uma visão limitada do mundo e concentramos toda a nossa atenção naquilo que acontece ao nosso redor, podemos deixar de perceber tantas outras realidades importantes que fazem parte da vida.

O mesmo acontece quando falamos somente sobre o trabalho. Aos poucos, podemos diminuir a nossa percepção de outras áreas igualmente importantes, como a família, os relacionamentos, os sonhos, o descanso, a vida pessoal e o nosso próprio bem-estar. A profissão é importante, mas não deve ocupar todos os espaços da nossa existência.

Se nos fixarmos constantemente nos assuntos tristes, eles podem crescer dentro de nós e fazer-nos sofrer ainda mais. Por isso, é importante também olhar para o lado alegre da vida.

Quando exaltamos aquilo que é bom, construtivo e positivo, a nossa alegria aumenta e o nosso coração encontra novas razões para sorrir.

É essa uma das razões do nome “Alegria de Viver”: acredito que a vida é bela e que, quanto mais alimentamos pensamentos positivos, mais aprendemos a enxergar a beleza que existe ao nosso redor.

Valorizo os assuntos alegres, construtivos, de bondade, beleza e progresso. Escolho olhar para o meu mundo como um jardim florido, onde cada pensamento positivo pode ser uma nova semente e cada palavra uma oportunidade de fazer algo florescer.

Por isso, precisamos ter cuidado com aquilo que dizemos. As palavras podem ferir, mas também podem curar. Podem destruir, mas também podem construir. Podem alimentar o medo ou fortalecer a esperança.

Escolha bem as suas palavras, porque aquilo que você fala pode tornar-se parte daquilo que você vive.

Torna-se feliz quem aprende a usar bem a palavra.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

A VIDA É ALEGRIA 🌺







A VIDA É ALEGRIA 😍

É preciso saber viver...

A vida é um presente precioso de Deus. Por isso, é preciso aprender a vivê-la com sabedoria, gratidão, propósito e alegria.


Reconheça que você faz parte da criação divina.

Ao acordar, agradeça a Deus pela vida, porque as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos.

Aprecie a vida. 😍

Dê graças pela luz de cada novo dia e pelas oportunidades que você tem de realizar os seus projetos pessoais.

Fale sabiamente.

Não abra a sua boca apenas para falar tolices. Escolha palavras que edifiquem, encorajem e tragam vida.

Alimente-se bem.

Cuide do seu corpo, alimentando-se o suficiente e escolhendo alimentos saudáveis.

Estabeleça bons objetivos. 🎯

Quem não sabe para onde vai pode acabar seguindo qualquer caminho. Quando definimos metas e temos direção, encontramos mais sentido para viver.

Através do conhecimento, posso vencer as adversidades e ser feliz, apesar das dificuldades que encontro pelo caminho.

Meu lar é um lugar de felicidade. 🏠

Mesmo que as condições não sejam perfeitas, elas podem ser suficientes para construir uma vida feliz, baseada no amor, na união e na gratidão.

Tudo o que acontece na minha vida pode servir para o meu progresso.

Até mesmo as dificuldades podem trazer ensinamentos e contribuir para o nosso crescimento.

Deus presencia aquilo que faço.

Ele é o meu alicerce, o meu guia, o meu mentor, o meu Pai e o meu amigo fiel.

Deus me abençoa a cada dia, surpreendendo-me com coisas maravilhosas. ✨

Nem sempre as coisas acontecem conforme planejamos. Entretanto, não devemos deixar de buscar o aperfeiçoamento. Precisamos continuar crescendo e aprendendo, como uma lagarta que passa por uma transformação até se tornar borboleta. 🦋


A vida é bela quando... 💓


  • Estamos com Deus;
  • Tiramos o melhor de nós mesmos;
  • Buscamos crescer e aprender todos os dias;
  • Nos conectamos com o nosso Eu superior;
  • Não vivemos em busca da aprovação dos outros;
  • Aprendemos a valorizar aquilo que temos;
  • Transformamos as dificuldades em oportunidades de crescimento;
  • Escolhemos agradecer mesmo diante dos desafios;
  • Vivemos com propósito, amor e esperança.

A vida é bela quando aprendemos a olhar para ela com os olhos da gratidão.

E você, já parou hoje para agradecer pela oportunidade de estar vivo?


A vida é alegria... continue escrevendo a sua história. 💓🦋

Gratidão 🙏❤️


Liandra Langa
✉️ langa.liandra@gmail.com


quarta-feira, 17 de março de 2010

Acerca do Blogger


SONHO REALIZADO?


                              
LIANDRA LANGA


🌷 Gratidão a DEUS pela criação do Blogger

Sou apaixonada pela minha vida, e o meu louvor vai a Deus pela vida, pelo amor e pela proteção diária. 🙏❤️

Desde a infância, sempre fui apaixonada pela comunicação. 

Lembro-me de ter feito uma redação na quinta classe, na qual escrevi que o meu sonho era tornar-me jornalista.

O tempo passou e, ao ingressar na faculdade, não foi possível fazer o curso de Jornalismo, como eu havia sonhado. Acabei por seguir o curso de Desenvolvimento Comunitário.

No âmbito da Investigação-Ação, como parte prática do curso, o estudante deve realizar estudos sobre a vida social da comunidade. Foi assim que comecei a interagir com a comunidade local, procurando compreender as suas condições de habitação, alimentação, saúde e bem-estar.

Foi então que me lembrei do meu sonho de infância e pensei: “É exactamente isto que eu queria: comunicar e interagir com as pessoas.”

Cada entrevista que realizava, cada visita às instituições públicas e privadas, cada interação com líderes locais, associações de agricultores, estudantes e crianças vulneráveis deixava-me profundamente entusiasmada. Porém, dentro de mim, sentia que ainda faltava alguma coisa.

Foi para a materialização desse desejo do meu coração ❤️ que um colega da faculdade, Constantino Intipa Júnior, a quem desde já agradeço imensamente, falou-me sobre a possibilidade de criar um Blogger.

Eu não sabia o que era, mas depois de receber a explicação, fiquei muito feliz com a ideia.

✨ Finalmente, o meu sonho tornou-se realidade!

Hoje, comunico não apenas com uma parte das pessoas, como havia sonhado na infância, mas com pessoas de diferentes lugares do Mundo. 🌍❤️

No início, o maior enfoque do Blogger era a ciência e a tecnologia. Porém, chegou um momento em que fui apresentada ao Senhor Jesus, e simplesmente me apaixonei. ❤️🙏

Hoje, escrevo muito sobre o meu grande amor por Deus e também sobre o cumprimento do meu propósito nesta Terra. Acredito que nasci para iluminar. 🕯️✨

O meu maior desejo é que todos sejamos felizes e que ninguém passe por esta Terra sem deixar um legado de amor, satisfação e esperança pela oportunidade que Deus nos concedeu de viver.

A vida é uma dádiva de Deus. 🙏❤️

O nome do Blogger é “Alegria de Viver”, porque desejo despertar nas pessoas o amor pela vida — pela alegria, pela paz, pelo sucesso e pelo bem-estar. 🌷✨

Amo o meu propósito e vou continuar iluminando. 🕯️❤️

JUNTOS POR UMA SOCIEDADE MELHOR 

Vamos juntos nesta caminhada? 🌍✨





150 MIL VISUALIZAÇÕES - GRATIDÃO 🙏❤️

 ✨ 150 MIL VISUALIZAÇÕES! ✨ Queridos leitores 🎈🌺❤️ Hoje o meu coração está cheio de gratidão e emoção 💓! Chegámos às 150 mil visualizaçõe...